eu tava ouvindo 3 canções que estarão no novo cd do bravery e achei, apesar de legais, que poderiam estar no cd anterior. tudo igual.
e em maio o hot hot heat lança cd novo também. eu curto eles mas queria que houvesse menos gritaria. ouvir uma vez tudo bem, na segunda começa a se tornar irritante. cd deles toca bastante aqui em casa, tem sempre alguem que nas festas coloca. e eu tapo os ouvidos na hora da gritaria no final das canções.
e alguém me diz: porque todas as mulheres que aparecem na tv tem botox? tá todo mundo com a cara dura, eu vi no carnaval a ana maria braga e ela estava parecendo aquelas bonecas de plástico. a marta suplicy, então, é a rainha da técnica, vai ter uma hora que só os olhinhos vão mexer enquanto o resto fica paralizado.
tá tocando insistentemente clash e antony and the jonhson.
o centro cultural do banco do brasil abre amanhã uma mostra com filmes do fassbinder, cineasta alemão que eu adoro. várias coisas boas. teve um tempo, na faculdade de cinema, que eu era um fã incondicional do cinema europeu. ainda gosto muito , mas o que eu era antes era um sectário e preconceituoso, que não podia ouvir falar de hollywood que ficava até nervoso. hoje encaro numa boa um “titanic” ou um “king kong”. com pipoca e tudo.
do fassbinder os filmes que mais me impressionaram foram o “lili marlene”, “lola”, “o casamento de maria braum” e o mais mais “querelle", beseado na obra do Jean Genet. e tinha também a hanna schygulla, atriz linda que eu acho boa pra cacete e que em 2002 esteve em são paulo se apresentando juntamente com a maria bethânia.
e eu tava lá com um amigo punk, numa noite toda zoada. já cheguei meio alegre depois de 2 uisques. era entrega de algum prêmio e todo mundo vestido a carater, menos eu e o punk. mas eu tinha convite e foda-se, me acabei no champagne.
há tempos não via a premiação do oscar pela televisão. e tenho que confessar que achei bem cansativo. chato até.
uma helen degeneres tímida, sem inspiração e aquelas números musicais de gosto duvidoso - o que foram as canções de “dreamgirls” interpretadas ao berros, com a sutileza de um rinoceronte? mas eu gostei daquele grupo de dança que se apresentava ao final de cada bloco.
gostei também da helen mirren ganhando o oscar de melhor atriz, do whitaker vencendo ator e “pequena miss sunshine” levando o roteiro original.
e o scorsese levando uma estátua pela direção de “os infiltrados” foi quase um mantra na última semana.
Escrito por Alex às 11h25
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aí o jards macalé e o capinam fizeram essa canção, "movimento dos barcos". bem foda.
"...Desculpe a paz que eu lhe roubei E o futuro esperado que eu não dei É impossível levar um barco sem temporais E suportar a vida como um momento além do cais Que passa ao largo do nosso corpo
Não quero ficar dando adeus As coisas passando, eu quero É passar com elas, eu quero E não deixar nada mais Do que as cinzas de um cigarro E a marca de um abraço no seu corpo
Não, não sou eu quem vai ficar no porto Chorando, não Lamentando o eterno movimento Movimento dos barcos, movimento"
Escrito por Alex às 01h44
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tenho o mesmo peso da gisele bundchen, 15 centimetros a menos.
chamam ela de gostosa e eu de magrelo.
como pode?
Escrito por Alex às 11h25
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e pra ver como eu não entendo nada de carnaval - na verdade não ví os desfiles apenas lia na internet e via nos telejornais - a escola que mais gostei foi uma que foi rebaixada, a "império serrano".
hoje é meu aniversário e odiei que caiu bem numa quarta-feira de cinzas pelos motivos óbvios. mas acordei cedo e ae pra aliviar dei uma passadinha na missa, e um padre todo garotão comandava. também não gosto dos padres garotões porque me parece que não impõe respeito, é como se eu não acreditasse que ele tem linha-direta com Deus. (e eu to quase gospel hoje)
depois fui almoçar em família. agora um vinho, um beck, um rango e de uma certa forma também em família.
Escrito por Alex às 22h20
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meia-noite de segunda-feira, à beira da piscina da rebeca, foi que a ficha caiu.
e este está sendo o carnaval mais sem carnaval da minha vida, estou totalmente "off sapucaí". se bem que essa madrugada, no taxi, passei ao lado do sambódromo e tinha uma escola toda vibrante passando mas não havia alma viva nas arquibancadas. se um dia eu enlouquecesse e desfilasse num negócio desse não aceitaria menos que a escola campeã.
"você tá tomando vinho? tá explicado porque os remédios não fazem efeito, alex". e uma gripe me acompanha desde a sexta-feira.
Escrito por Alex às 16h16
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Estava lendo agora na folha on line que um rabino escreveu uma carta pública pra Britney Spears dando conselhos a ela do tipo "se vista de forma mais apropriada e saia menos à noite. Cubra-se. Diminua as saídas às boates". O que não é a falta do que fazer desse povo doido. Carta pública é uma coisa estranhíssima e dar palpite na vida alheia é coisa que deveria ser punida pelos céus - assim como a Britney desvairada.
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Doido pra ir ao cinema ver o filme do Todd Field.
E segundo a astrologia eu estou no meu inferno astral. Não acredito muito, porque eu estou bem tranquilo. Até sociável eu ando nesses dias.
Escrito por Alex às 17h20
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Festa na lavanderia.
tem um site americano que é tipo o "par perfeito" dos presidiários. chama-se hot prison pals.
entra aqui e escreve pros presos. eles estão solitários, tadinhos.
Escrito por Alex às 14h43
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são paulo em momento "o sertão vai virar mar".
e eu todo desligado entro no metrô de guarda-chuva, passo pela catraca ainda com o guarda-chuva aberto e só vou lembrar de fechá-lo quando já estava descendo a escada rolante a caminho da plataforma. tô cada vez pior.
faço sempre dessas: chegar na bilheteria e pedir um "free box", ir pra catraca e ficar tentando enfiar dinheiro na máquina sem lembrar que existe bilhete, entrar no trem no sentido errado... imagino quando ficar velho o que vai acontecer.
Escrito por Alex às 08h53
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e clonaram meu telefone.
fiquei dias com ele desligado porque era insuportável tanta ligação de minuto em minuto sem trégua mesmo nas madrugadas.
engraçado é que até presidiários ligavam pra minha casa pra conversar - imagina eu de manhã trocando idéia com um preso que estava carente de atenção. nem acho muito normal.