Essa talvez tenha sido a primeira eleição que não acompanhei na televisão. Não vi programas eleitorais nem tampouco os debates. Falta-me saco. Até porque já tenho meus candidatos definidos:

presidente - lula (nem tem outra opção)
senador - suplicy (certeza)
governador - claudio de mauro (tenho q escolher um)
deputado - dr. lião (um amigo do trabalho)

Fosse eu o Lula também não iria ao debate da Globo hoje. Imagina aquela gralha-de-camisa-branca esbravejando na minha frente. Ou então o careca-filhote-do-covas desanimado a tentar parecer que tem algo de sangue correndo nas veias. Deus é mais.

Escrito por Alex às 20h58
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 Hoje tem o lançamento da COLORS Notebook - Raízes pra Futuras Gerações, no MAM, belo projeto organizado pelo Lísias Paiva, o meu amigo Cuba. E a edição ficou, como ele, linda.

Clica aqui pra dar uma olhada. Depois segue pra Paris em exposição no Centre Pompidou.

"A edição “Raízes para futuras gerações” contou com a participação de Bob Wolfenson, Rosely Sayão, Rita Wainer, Fernanda Abreu, Paulo Von Poser, Eugênio Mohallem, Paulo Lima, Alisson Gothz, André Fischer, Antônio Nóbrega, Frank Dezeukis e EstúdioXingu, entre outros convidados."



Escrito por Alex às 11h59
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 Com Alekiez e Pedro. Impressionante como se pode ficar bebado com apenas cinco cervejas. To fraquinho.

E tá inverno na primavera de São Paulo nesse domingo e tudo indica que será um dia de edredons e afins.



Escrito por Alex às 14h10
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E há uma sexta-feira. E há um vinho. E há Bethânia a cantar "mulher que nega, não sabe não, tem uma coisa de menos no seu coração".

E há um brega feliz nessa noite de meu Deus.



Escrito por Alex às 21h00
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 E eu to no meu momento basquete feminino. Assisto a todos os jogos do Brasil no Ibirapuera pelo campeonato mundial, fico como bobo gritando, pulando, fazendo o íntimo com os jornalistas da globo, conversando com a Hortência, dando tchauzinho pro Galvão Bueno, pegando na mão das jogadoras. Tá faltando pouco pra eu sair de lá com autógrafo - um perfeito adolescente. E daqui há pouco vou ver Brasil e Canadá.

Agora, uma coisa é certa: o Brasil não tem condições de sediar grandes eventos esportivos. O ginásio do Ibirapuera tem até goteiras, a organização é catastrófica, comprar ingressos é um terror e o horário das partidas são alterados sem aviso prévio pra Globo poder transmitir (tive que acordar as 7h da manhã de sábado, ainda meio bêbado, com chuva e frio pra ver o jogo contra as Lituanas).



Escrito por Alex às 09h43
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O feriado passou e eu descansei. Na sexta-feira, com uma penca de gente (Vanice, Marcelo, Michael, Leo, Mitsu, Nádia, Lee...) foi o dia pra balada. Restaurante japonês, casa com cerveja, noite no Gloria e término as 5h da manhã, bebado, num buraco chamado Casa Belfiori. E assim cheguei na segunda-feira e na vida real.

E no GNT vai passar o impressionante "11/9", filme feito por cinegrafistas que acompanhavam os bombeiros no dia da tragédia. Poucas vezes vi algo tão assombroso. Lembro que nem conseguia dormir depois de assistir na televisão.

Estou errado ou o único orgão da imprensa nacional a comprar sem críticas ou ressalvas a carta do FHC foi a revistinha? Foi, né. Nem o Estadão, retrógrado e parcial como de costume, engoliu.



Escrito por Alex às 08h59
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E nem poderia ser diferente com todos falando do novo disco do Caetano Veloso, "Cê". Ouvi ontem rapidinho e hoje com um pouco mais de calma. Juntos, Pedro Sá, Marcelo Callado e Ricardo Dias soam como uma perfeita banda de rock com acento indie e é na verdade a grande estrela do cd. Me pareceu canções menores na obra do Caetano mas no geral o resultado, pra mim, é bastante satisfatório. Várias boas sacadas nas letras, confissões e uma certa provocação. Um autêntico "disco do Caetano".

Fui ver "Voo United 93". Adorei. Achei um filme de primeira, perturbador em alguns momentos, capaz de gerar uma agonia daquelas que faz a gente se mexer na poltrona, inquieto. Acho que gostei mais que o Sérgio e o Alekiez, meus companheiros de sessão e cerveja no Monarca.



Escrito por Alex às 11h08
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Outro dia - influenciado pelo meu amigo Marcelo - estava fazendo uma listinha de filmes que assisti e que de alguma forma me marcaram e percebi que passados alguns anos, vários desses filmes não me encantaram do mesmo jeito ou que alguns que eu achava maravilhosos na época do lançamento não sobreviveram ao tempo. Ao meu tempo, ao menos.

 

Alguns que continuo achando bons:

 

- Assalto ao trem pagador, 1962, do Roberto Farias - ainda deslumbrante

- Pixote, 1981, do Hector Babenco - me deixa tonto de tão bom e tem uma Marilia Pera insuperável

- Bye Bye Brasil, 1976, do Cacá Diegues - um dos melhores filmes nacionais que já assisti, não envelhece

- Deus e o Diabo na Terra do Sol, do Glauber Rocha.

- Asas do Desejo, 1987, do Wim Wenders - lembro eu que trabalhava na mostra de cinema de São Paulo na época e assisti 3 vezes na mesma semana. Ano passado revi em dvd e continuei embasbacado. Pra muitos o grande filme dos anos 80.

- Vertigo, 1958, Alfred Hitchcock – clássico, clássico

- Vidas Amargas, 1955 de Elia Kazan – um dos meus diretores preferidos, filme belíssimo



Escrito por Alex às 15h16
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E tem dias que o alcool não faz efeito. Sábado teve uma festa em casa, aniversário da Jú, noite divertidíssima em que eu quis ficar ficar bebado a todo custo e não consegui. Ou não senti que fiquei, mesmo com quase três garrafas de vinho na cabeça. Mas eu sempre tento.



Escrito por Alex às 22h52
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